01 — Site, página a página
Texto institucional para escolas
Home, Sobre e Cursos costumam ser a primeira e única impressão que uma instituição deixa. O texto institucional precisa responder três perguntas em poucos segundos: o que vocês ensinam, para quem, e por que vale a pena continuar navegando. Não é o espaço para a história completa da instituição — é o espaço para a versão dela que faz o visitante querer saber mais.
Faz sentido investir quando: o site é novo, foi escrito às pressas, ou não é revisado há anos e já não soa como a instituição de hoje.
Recorte ilustrativo — página «Sobre» (exemplo fictício, escola de idiomas)
«Ensinamos inglês para quem já tentou aplicativo, decorou verbo e ainda trava numa ligação de trabalho. Turma pequena, conversação desde a primeira semana e professor nativo nas aulas de prática.»
02 — Curso ou workshop
Descrição de curso
Numa aula experimental, o professor explica, mostra o material, responde dúvida na hora. On-line, a descrição do curso faz esse trabalho sozinha — em poucas linhas, sem promessa vaga. O objetivo não é listar o conteúdo programático inteiro: é traduzir cada módulo num motivo para se matricular naquela turma, e não esperar o próximo semestre.
Faz sentido investir quando: a grade de cursos cresceu e hoje tem descrições parecidas demais entre uma turma e outra.
Recorte ilustrativo — descrição de curso (exemplo fictício, curso de idiomas)
«Turma de conversação com quatro alunos, encontros de 50 minutos, duas vezes por semana. Material incluso — para quem já entende o idioma no papel e trava na hora de falar.»
03 — E-mail à família
E-mail: sequência para famílias
O e-mail tem uma vantagem que o site não tem: chega sozinho, sem a família precisar procurar. Isso também é uma responsabilidade — a linha de assunto decide se a mensagem é aberta ou apagada sem leitura. Escrevemos sequências de boas-vindas para matriculados, campanhas de captação e e-mails de acompanhamento com um objetivo claro por mensagem, nunca três ao mesmo tempo.
Faz sentido investir quando: a instituição já tem uma lista de famílias e manda e-mail de vez em quando, sem um fio condutor entre uma mensagem e outra.
Recorte ilustrativo — e-mail de boas-vindas à família (exemplo fictício)
«Assunto: sua vaga na turma de fevereiro está garantida. Um parágrafo curto explicando o primeiro dia de aula — sem tentar vender o próximo módulo ainda.»
04 — Blog da escola
Blog e artigo educativo
Um blog que existe só para «ter conteúdo» cansa de escrever e não traz ninguém. Um blog que responde à pergunta real de quem está pesquisando antes de se matricular continua trazendo família meses depois de publicado. Escrevemos artigos pensando nessa pergunta específica primeiro, e na palavra-chave depois — nunca ao contrário.
Faz sentido investir quando: a instituição quer aparecer nas buscas, mas não quer soar como blog genérico de agência de educação.
Recorte ilustrativo — título de artigo educativo (exemplo fictício)
«Como saber se o seu filho está pronto para o intercâmbio» — um artigo que responde a uma dúvida real de quem está decidindo, não uma lista solta de dicas de viagem.
05 — Redes sociais da escola
Legenda e roteiro educativo
Rede social é o lugar onde o texto tem menos espaço e mais concorrência: alguém decide continuar assistindo ou passar para o próximo vídeo em menos de dois segundos. Escrevemos legendas e roteiros curtos que aproveitam esse tempo para uma ideia só — não para resumir a instituição inteira numa legenda.
Faz sentido investir quando: a instituição já grava ou fotografa as aulas, mas trava na hora de escrever o texto que acompanha.
Recorte ilustrativo — legenda de vídeo da escola (exemplo fictício)
«Essa aluna travou nas primeiras três aulas — mostramos até onde ela chegou na quarta.» Um roteiro de vinte segundos que aproveita o processo, não só o resultado final.