Seguir direto para o conteúdo
Escrita no Trabalho

Um sumário, com calma — não uma lista de preços

Formatos de texto que produzimos, explicados com exemplos

Cinco formatos cobrem a maior parte do que uma instituição de ensino precisa escrever. Cada entrada abaixo traz o que o formato precisa fazer, quando ele faz sentido, e um recorte ilustrativo do resultado — sempre um exemplo fictício, nunca uma instituição real.

01 — Site, página a página

Texto institucional para escolas

Home, Sobre e Cursos costumam ser a primeira e única impressão que uma instituição deixa. O texto institucional precisa responder três perguntas em poucos segundos: o que vocês ensinam, para quem, e por que vale a pena continuar navegando. Não é o espaço para a história completa da instituição — é o espaço para a versão dela que faz o visitante querer saber mais.

Faz sentido investir quando: o site é novo, foi escrito às pressas, ou não é revisado há anos e já não soa como a instituição de hoje.

Recorte ilustrativo — página «Sobre» (exemplo fictício, escola de idiomas)

«Ensinamos inglês para quem já tentou aplicativo, decorou verbo e ainda trava numa ligação de trabalho. Turma pequena, conversação desde a primeira semana e professor nativo nas aulas de prática.»

02 — Curso ou workshop

Descrição de curso

Numa aula experimental, o professor explica, mostra o material, responde dúvida na hora. On-line, a descrição do curso faz esse trabalho sozinha — em poucas linhas, sem promessa vaga. O objetivo não é listar o conteúdo programático inteiro: é traduzir cada módulo num motivo para se matricular naquela turma, e não esperar o próximo semestre.

Faz sentido investir quando: a grade de cursos cresceu e hoje tem descrições parecidas demais entre uma turma e outra.

Recorte ilustrativo — descrição de curso (exemplo fictício, curso de idiomas)

«Turma de conversação com quatro alunos, encontros de 50 minutos, duas vezes por semana. Material incluso — para quem já entende o idioma no papel e trava na hora de falar.»

03 — E-mail à família

E-mail: sequência para famílias

O e-mail tem uma vantagem que o site não tem: chega sozinho, sem a família precisar procurar. Isso também é uma responsabilidade — a linha de assunto decide se a mensagem é aberta ou apagada sem leitura. Escrevemos sequências de boas-vindas para matriculados, campanhas de captação e e-mails de acompanhamento com um objetivo claro por mensagem, nunca três ao mesmo tempo.

Faz sentido investir quando: a instituição já tem uma lista de famílias e manda e-mail de vez em quando, sem um fio condutor entre uma mensagem e outra.

Recorte ilustrativo — e-mail de boas-vindas à família (exemplo fictício)

«Assunto: sua vaga na turma de fevereiro está garantida. Um parágrafo curto explicando o primeiro dia de aula — sem tentar vender o próximo módulo ainda.»

04 — Blog da escola

Blog e artigo educativo

Um blog que existe só para «ter conteúdo» cansa de escrever e não traz ninguém. Um blog que responde à pergunta real de quem está pesquisando antes de se matricular continua trazendo família meses depois de publicado. Escrevemos artigos pensando nessa pergunta específica primeiro, e na palavra-chave depois — nunca ao contrário.

Faz sentido investir quando: a instituição quer aparecer nas buscas, mas não quer soar como blog genérico de agência de educação.

Recorte ilustrativo — título de artigo educativo (exemplo fictício)

«Como saber se o seu filho está pronto para o intercâmbio» — um artigo que responde a uma dúvida real de quem está decidindo, não uma lista solta de dicas de viagem.

05 — Redes sociais da escola

Legenda e roteiro educativo

Rede social é o lugar onde o texto tem menos espaço e mais concorrência: alguém decide continuar assistindo ou passar para o próximo vídeo em menos de dois segundos. Escrevemos legendas e roteiros curtos que aproveitam esse tempo para uma ideia só — não para resumir a instituição inteira numa legenda.

Faz sentido investir quando: a instituição já grava ou fotografa as aulas, mas trava na hora de escrever o texto que acompanha.

Recorte ilustrativo — legenda de vídeo da escola (exemplo fictício)

«Essa aluna travou nas primeiras três aulas — mostramos até onde ela chegou na quarta.» Um roteiro de vinte segundos que aproveita o processo, não só o resultado final.

Não sabe qual desses formatos a sua instituição precisa primeiro?

Isso também é assunto para a entrevista inicial — conte o que a instituição já tem hoje e para onde quer ir.

Solicitar proposta